Delibera di ripubblicizzazione dell’acqua di Napoli

constatata  la legalità della riunione, invita la Giunta a trattare l’argomento segnato in oggetto.
La Giunta, su proposta dell’Assessore ai Beni Comuni, Informatizzazione e Democrazia Partecipativa,

Premesso
che l’acqua è un bene essenziale ed insostituibile per la vita e, pertanto, la disponibilità e l’accesso all’acqua potabile e all’acqua necessaria per il soddisfacimento dei bisogni collettivi costituiscono un diritto inviolabile dell’uomo, un diritto universale, indivisibile, che si può annoverare fra quelli di cui all’articolo 2 della Costituzione;
che con la promulgazione della Carta Europea dell’Acqua (Strasburgo 1968) la concezione dell’acqua come “bene comune” per eccellenza si è progressivamente affermata a livello  mondiale;

che il bene acqua, pur essendo rinnovabile, per effetto dell’azione antropica può esaurirsi: è quindi responsabilità individuale e collettiva prendersi cura di tale bene, utilizzarlo con saggezza, e conservarlo affinchè sia accessibile a tutti e disponibile per le future generazioni; Continua a leggere

O tsunami de água pública

as privatizações selvagens, os tabus da centro-esquerda, a repressão policial de todas as formas de desobediência civil nascidas fora dos partidos

O tsunami de água pública

De Andrea Palladino (il manifesto 14 junho 2011)

Da primeira revolta internacional contra as corporações até o Fórum de Corviale, a história de uma virada global e local construída a partir de baixo

Existe uma data esquecida atrás do sucesso extraordinário, histórico, dos referendos sobre a água. Fevereiro de 1997: na mailing list Forum international sur la globalisation, aparece uma mensagem de um pesquisador estadunidense, Tony Clarke. E um documento em anexo que em poucos dias inicia a circular em dezenas de países, o Multilateral Agreement on Investment.  Dois meses antes, Martin Khor, diretor do Third World Network, Ong com sede na Malásia, havia conseguido obter o rascunho daquele acordo sobre investimentos que a Ocse estava preparando em segredo e que será depois conhecido apenas com a sigla Mai. Khor havia digitalizado os documentos para poder divulgá-los o máximo possível, através de internet. Foi uma explosão, o verdadeiro anúncio do terceiro milênio, a data de nascimento do movimento mundial contra a globalização. E ontem  na Itália (13 junho ndr), quatorze anos depois, celebrava-se a primeira vitória popular daquela grande onda, nova, desobediente, crescida fora dos aparatos de partido, em rede, criativa e capaz de mudar radicalmente a realidade, do local ao global. Continua a leggere

Ao povo da água

De pie, luchar,
que el pueblo va a triunfar.
Sera mejor la vida que vendra
a conquistar nuestra felicidad
y en un clamor mil voces de combate
se alzaran, diran,
cancion de libertad,
con decision la patria vencera.

Y ahora el pueblo que se alza en la lucha
con voz de gigante gritando: Adelante!
El pueblo unido jamas sera vencido,
el pueblo unido jamas sera vencido!

Uma engrenagem coletiva.
A lembrança de Genova. Ali, 10 anos atrás, falava-se sobre formas de resistência, sobre multinacionais e mercado, dali nasciam os primeiros discursos sobre os bens comuns, iniciavam-se relacionamentos e batalhas em muitos territórios da Itália. Aquele experiência concluiu-se com um incrível refluxo subterrâneo que muitas vezes foi relacionado ao falimento, ao silêncio. Continua a leggere

L’onda anomala dell’acqua pubblica

di Andrea Palladino (il manifesto 14/06/2011)

L’onda anomala dell’acqua pubblica
Dalla prima rivolta internazionale contro le corporation al Forum di Corviale, cronaca di una svolta globale e locale costruita dal basso

C’è una data dimenticata dietro il successo straordinario, epocale, dei referendum sull’acqua. Febbraio 1997: sulla mailing list Forum international sur la globalisation appare un messaggio di uno studioso statunitense, Tony Clarke. E un documento allegato, che nel giro di pochi giorni inizia a circolare in decine di paesi, il Multilateral Agreement on Investment. Due mesi prima Martin Khor, direttore del Third World Network, Ong con base in Malesia, era riuscito a ottenere la bozza di quell’accordo sugli investimenti che l’Ocse stava segretamente preparando, che verrà da lì a poco conosciuto semplicemente come Mai. Khor aveva scansionato il documento per poterlo divulgare il più possibile, attraverso la rete internet. Fu un’esplosione, il vero annuncio del terzo millennio, la data di nascita del movimento mondiale contro la globalizzazione. E ieri in Italia, quattordici anni dopo, si celebrava la prima vittoria popolare di quell’onda lunga nuova, disobbediente, cresciuta fuori dalle segreterie di partito, reticolare, creativa e in grado di cambiare radicalmente la realtà, dal locale al globale. Continua a leggere

Maioria absoluta de italianos vota contra 20 anos de neoliberalismo: a água deve ser pública!

Estou escrevendo rapidamente: como eram referendos abrogativos se votava Sim para dizer Não.

Mais de 27 milhões de italianos (a maioria absoluta) manifestou-se contra a privatização da gestão da água, contra o lucro sobre as contas, contra o retorno ao uso de energia nuclear e contra o legitimo impedimento, uma norma votata pelo governo Berlusconi que fornecia a ministros e ao premiê a possibilidade de reccorer à essa formula como justificativa para não apresentar-se nas sessões de tribunal em caso de processos.

Porém foram os dois quesitos sobre a água aqueles que receberam maior numeros de votos demonstrando que o povo italiano não quer as politicas neoliberais do centro direita e do centro esquerda. Não querem mais que o mercado seja o regulador da nossa vida.

Estou ainda festejando.

🙂

Velletri: Marcia per l’acqua bene comune

Chiudiamo la campagna per i referendum con una festa di popolo, per restituire l’acqua ai cittadini. Canteremo, balleremo e faremo festa, partendo da Piazza Mazzini, per poi invadere Piazza Cairoli.
Preparate i vostri cartelli sull’acqua, usate la fantasia e portate in piazza tanta allegria!
Per contatti: acquapubblicavelletri@gmail.com