Astrid Lima

Brasiliana, amazzonica.
Documentarista.

Co-autrice del libro Evelina e Marcelino (ed. Sensibili alle foglie) sui bambini di strada brasiliani.

Autrice del documentario “L’acqua invisibile” sulla privatizzazione dell’acqua a Manaus;

Con lo spot istituzionale “Burning Flag” sulla distruzione della foresta amazzonica ha ricevuto i premi:
“Profissionais ” – Rede Globo (Brasile)
“Galo de Ouro” – Festival de Gramado (Brasile)
“Leone di Bronzo” – International Advertising Festival di Cannes (Francia)

Autrice dello spot della campagna referendaria sull’acqua, “L’asta”:

Versione originale:
http://www.youtube.com/watch?v=RJpsLtse_Pw&list=UU9VSqjzjUhywYkSUz22akUA&index=1&feature=plcp

Versione finale:
http://www.youtube.com/watch?v=B8IittY58_s&list=UUAiwZ2UXfjmbOgO044SN5Gw&index=36&feature=plcp

Attivista del comitato acqua pubblica di Velletri.

_____

No Amazonas foi apresentadora, produtora e diretora de vários programas televisivos. Fez teatro com o grupo Origem, fez iluminação para teatro, dança e shows musicais.
Venceu (junto e por causa do Torrinho) com o spot institucionalBurning Flagsobre a destruição da floresta amazônica, os prêmios:

– “Profissionais ” da Rede Globo (Brasil)

– “Galo de Ouro” do Festival de Gramado (Brasil)

– “Leão de Bronze” no International Advertising Festival di Cannes (França)

Passou um periodo no Chile e há muitos anos vive na Itália onde trabalha como documentarista. Entre outras coisas é co-autora do documentário “Invisible water“, sobre a privatização da água em Manaus. O filme recebeu criticas positivas na edição italiana de Le Monde Diplomatique, atualmente está sendo transmitido também pela Telesur e participou de vários festivais na Europa e América Latina:
DerHumAlc Argentina;
Ficma Espanha;
Verviers au film de l’eau, Belgica;
Sarajevo Film Festival, Bosnia-Erzegovina;
Generazione Kyoto, Firenze/Toscana(Italia);
Flower Film Festival, Assisi/Umbria (Italia);

Criadora do spot oficial da campanha referendária italiana sobre a água, “L’asta”:
Versão original
Versão oficial

Co-autora do livro Evelina e Marcelino (ed. Sensibili alle foglie) na parte chamada “Con le formiche in bocca” que conta a história de meninos de rua marcados para morrer na violentíssima  Manaus da década de 80 quando a cidade chegou a “desovar” quase 100 cadáveres em apenas um ano, indicados como “queima de arquivo”.

Militante desde o movimento secundarista, hoje atua no movimento italiano de defesa da água pública, sendo uma das fundadoras do Comitato Acqua Pubblica di Velletri, uma das realidades mais sólidas da província de Roma.

É mãe de Matteo e companheira de Andrea.

Em ambos os continentes continua sonhando – e construindo – outros mundos.

3 thoughts on “Astrid Lima

  1. Lembro de seus gatos na janela ….. agora tenho um tbm , um barato. . Aqui tudo bem , vou ler/ver suas produçoes. O que voçe acha da situaçao no Xingu’ ? Lembranças queridas Angela

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